sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Se tudo fosse perfeito, a vida não tinha piada.

pensarbd11

Gaston é um engenhocas trapalhão, mas sem ele, a redacção de Fantásio (sim, o amigo de aventuras do Spirou) seria uma redacção aborrecida.

Esta relação entre grau de perfeição / grau de divertimento é algo que me intriga.

É verdade que muitas vezes nos sentimos muito bem quando fazemos alguma coisa que sai na perfeição, seja ela o jantar, um relatório ou uma travagem.

Mas, por muito prazer que isso nos tenha porpocionado, nós recordamo-nos é das outras vezes. Especialmente aquelas que correram mesmo mal.
São essas que vamos em amena cavaqueira contar aos nossos amigos!

Vivam os jantares queimados!

Ficha técnica:
"Gaston LaGaffe"
Franquin
Dupuis, 1998


1 comentário:

Shima disse...

Acho que concordo ctg por um lado, pk realmente é mais frequente contar-se o que correu mal, MAS por outro lado também oiço muita gente a contar o quanto penou para que o jantar não ficasse queimado :P.
Entao, o que quero dizer é que nunca se dá tanto relevo ao evento em si,mas sim ao processo através do qual se chegou ao jantar memoravel ou ao jantar intragável =P
Na dicotomia grau de perfeição / grau de divertimento, concordo contigo, é uma fórmula clássica, quanto mais imperfeito mais giro parece ser =)